[Resenha]: Tartarugas até Lá embaixo - John Green

março 13, 2018



Título: Tartarugas até lá embaixo

Autor:  John Green

Editora: Intrínseca

Número de páginas: 256

Classificação:  

Sinopse: Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, o autor do inesquecível “A Culpa é das Estrelas”, lança o mais pessoal de todos os seus livros: “Tartarugas Até Lá Embaixo”

A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido – quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro – enquanto tenta lidar com o próprio transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Repleto de referências da vida do autor – entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, distúrbio mental que o afeta desde a infância –, “Tartarugas Até Lá Embaixo” tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e – por que não? – peculiares répteis neozelandeses.


"É muito raro encontrar quem veja o mesmo mundo que o seu" 

Eu não sou uma grande fã do John Green - li apenas "O Teorema Katherine", achei que foi um ótimo livro, é um dos meus favoritos, mas depois não li mais nada dele. Até janeiro deste ano, que resolvi ler "Tartarugas até lá embaixo.

Depois de ver centenas de posts no Instagram sobre o livro e algumas resenhas dizendo que ele é simplesmente maravilhoso, fui lê-lo com muitas expectativas.
E eu simplesmente adorei todo o livro! 

TOC não é um assunto fácil de se tratar em um livro, aliás é a primeira vez que leio um livro onde se fala sobre o assunto.

John Green tem TOC e sua principal personagem também, Aza Holmes sofre desde pequena com este problema. Oque de certa forma, é algo muito bom, nada melhor do que alguém que convive com TOC para criar uma personagem com o mesmo transtorno.

"A questão da espiral é que, se a seguimos, ela nunca termina. Só vai afunilando, infinitamente"

A leitura é bem fluida e divertida. Nos momentos em que Aza está em crise é impossível não sentir uma certa agonia. Talvez está seja mesmo a ideia, nos fazer sentir mais empatia.




You Might Also Like

0 comentários

Like us on Facebook